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Conselho Pastoral Paroquial

   
Ponto Marrom Reuniões ordinárias
  Toda 1ª. Quinta-feria do mês presidida pelo pároco.
   
Ponto Marrom Presidente do Conselho
  Pe. Gleición e coordenadores de Pastorias/ Grupos e movimentos da comunidade.
 

Objetivo do Conselho 

Ponto Marrom Objetivo Geral
 

Ser sinal de comunhão que deve reinar entre os membros da comunidade, concretizando a co-responsabilidade de todos na missão e ação da Igreja misericordiosa, missionária e participativa.

   
Ponto Marrom Objetivos Específicos: De Paróquia:
   
1 -

Representar quando possível, as aspirações de todos os paroquianos, em primeiro lugar dos mais pobres e marginalizados;

2 -

Incentivar e planejar a ação pastoral e evangelizadora da paróquia, coordenando-a de forma e evitar conflitos entre grupos diversos e desperdício de recursos;

3 -

Manter a comunidade na ação pastoral da paróquia, garantindo sua integração na organização e nas atividades pastorais de forania, região e arquidiocese.

     
  Ponto

Ajudando a paróquia a discernir e a representar as aspirações dos fiéis, em primeiro lugar dos mais pobres e marginalizados.

  Ponto

Planejando e avaliando de forma conjunta, a ação pastoral. Estabelecendo objetivos comuns, evitando desperdício de recursos, superposição de atividades e isolamento entre paróquias, grupos, pastorais e comunidades.

  Ponto

Aliviando o trabalho pastoral uns dos outros, criando uma espécie de "rede" de serviços interligados, onde cada paróquia se especializa numa pastoral ou serviço que põe à disposição das outras;

  Ponto

Sendo solidárias, apoiando-se financeiramente;

  Ponto

Incentivando o funcionamento dos conselhos paroquiais, a troca de experiências e a harmonia com a Arquidiocese; apoiando a criação de novas formas de evangelização e missão na Forania, que respondam aos anseios atuais.

 

Funcionamento do Conselho 

 

O funcionamento do Conselho obedece a orientações da Arquidiocese onde consta claramente:
 

1 -

O âmbito de sua competência; podendo ser comunidade, paróquia, forania, região ou diocese.

2 -

As normas básicas de funcionamento:

  Ponto

reuniões periódicas com horário fixo;

  Ponto

calendário anual e definição de pauta para cada reunião em sintonia com a Diocese e com a realidade do povo;

  Ponto

livro de atas e de registros de decisões.

3 -

Processo de escolha e substituição dos membros:

  Ponto

O conselho deve representar toda comunidade;

  Ponto

verificar nas orientações específicas da Arquidiocese (1997) sobre quais devem ser os membros do conselho paroquial e forâneo;

  Ponto

observar o período do mandato definido pelos estatutos;

  Ponto

valer-se de eleições democráticas.

4 -

Equipe de encaminhamentos.

5 -

Cada conselho deverá ter uma pequena equipe de serviço com as seguintes funções:

   

acolher os conselheiros dentro de uma espiritualidade do cuidado;

   

preparar as reuniões;

   

dar andamento do que foi decidido;

   

ativar a consciência do que é ser conselheiro, com corresponsabilidade e descentralização que se cuide para que, na medida do possível, haja rodízio desta função entre os conselheiros.

 

Ponto

Uma ação é pastoral quando reflete o zelo e o cuidado para com as pessoas.
 

Ponto

Todo Conselho deve procurar se inteirar das necessidades, objetivos e realizações dos grupos e movimentos, levá-las à reunião, discutir, decidir e tomar medidas para seu cumprimento.
 

Ponto

O Conselho deve distinguir-se pela prática do diálogo sincero e respeitoso, atento ao bem comum, criando condições para que todos possam se expressar em liberdade, sem temor ou agressividade. É lugar privilegiado de diálogo entre párocos, seus colaboradores mais próximos e leigos representantes da comunidade. Todos os membros do Conselho são chamados a prestar um serviço ativo e responsável na condução da vida da Igreja.
 

Ponto

O processo de discussão deve ser encaminhado sem criar atritos. O Conselho não deve "mandar", mas "convencer". Deve evitar decisões que tenham o apoio de urna maioria, sem alcançar um consenso mais amplo. Nem sempre propostas que tenham apoio de urna votação de maioria, sem obter consenso, são producentes.
 

Ponto

O funcionamento do CONSELHO PASTORAL DE FORANIA merece especial cuidado, pois lida com urna realidade nova. Como todos sabem, a forania é composta por um conjunto de paróquias próximas.
 

Ponto

A forania é um lugar estratégico na Arquidiocese hoje. Os Conselhos Forâneos ajudam a criar uma identidade inter-paroquial e trans-paroquial. Ajudam a criar uma consciência missionária "além fronteiras". São úteis para a criação de uma nova mentalidade de pastoral urbana.
 

Ponto

Os conselheiros se dispõem a aprender a dialogar e a pensar para além dos próprios limites paroquiais, responsabilizando-se para que o Reino de Deus aconteça. Os problemas humanos, sociais, políticos e pastorais daquela área dizem respeito à responsabilidade do Conselho, para que o novo aconteça.
 

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