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| Enviado por administrador em 30/05/2010 19:45:22 (82 leituras) |
Eucaristia: sacramento da Unidade e força geradora da comunhão eclesial
Ao aproximar a Festa de Corpus Christi queremos lembrar a Encíclica "Ecclesia de Eucharistia" que nos apresenta o "sacramento da Eucaristia na sua relação com a Igreja". É um documento de relevância na vida da Igreja no conteúdo doutrinal e pastoral. Ela oferece reflexão e orientação segura para aprofundar e viver com intensidade o "mistério da Fé" deixado pelo próprio Senhor: "Fazei isto em minha memória".
A Eucaristia é a presença salvífica de Cristo no meio do seu povo. Ele que quis permanecer conosco, de modo especial, no sacramento eucarístico. Por este motivo a Eucaristia é o sacramento por excelência do mistério pascal, isto significa que "a Eucaristia edifica a Igreja e que a Igreja faz a Eucaristia".
Não há dúvida de que hoje percebemos a participação mais consciente e ativa dos fiéis na celebração Eucarística e que existe um espaço reservado à adoração ao Santíssimo. Mas é necessário admitir que "ao lado destas luzes, não faltam sombras". A Encíclica destaca um progressivo abandono do culto de adoração eucarística; mostra certos abusos e contextos que contribuem para deformar a autêntica doutrina sobre a Eucaristia e menciona a preocupação de reduzir a compreensão do Mistério eucarístico do seu valor sacrifical. Pois bem, a finalidade da Encíclica consiste em contribuir para acabar com as práticas inaceitáveis, desvios e abusos sobre o mistério que envolve o sacramento da Eucaristia.
Convidamos cada fiel para se orientar sobre a verdadeira forma de viver com profundidade a piedade eucarística. Citamos o exemplo de Maria Santíssima, sobretudo de pormo-nos à escuta para perceber o momento próprio de invocar o mistério e força da presença de Cristo. Devemos entender que quando vamos "Adorar" é próprio desse ritual a atitude de nos deixar contagiar com fervor, alternando silêncio, alegria, oração, cantos e devoção. No momento de "partilhar", ou seja, de receber a comunhão na celebração da Missa, o ritual sugere que o façamos de forma prática e rápida, sem gestos ou atitudes próprias da adoração, mas com muito respeito, simplicidade, no silêncio e na meditação do canto. Após receber a comunhão o fiel deve retornar ao lugar de origem, no silêncio da devoção e fazer a sua oração pessoal.
Atualmente é aconselhável receber a comunhão na palma da mão e convidar para a nobreza deste gesto e momento. O fiel deve colocar uma mão sobre a outra e fazer um "trono" para receber o Cristo Eucarístico. Nunca vá com a mão diretamente ao encontro da Eucaristia; aguarde o ministro colocá-la em sua mão. Logo em seguida, pegue-a e leve-a até a boca. Ao ouvir o ministro dizer: "O Corpo de Cristo" responda com toda fé e confiança "AMÉM". Comungue sempre à frente do ministro e observe se não ficou nenhum fragmento em sua mão ou dedos. Caso tenha ficado, leve-o até a boca.
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| Enviado por administrador em 30/05/2010 11:14:59 (23 leituras) |
JOÃO BATISTA, O PENITENTE
"Convertei-vos, pois o Reino de Deus está próximo!" (Mt 3,2)
Irmã Maria Auxiliadora
"O Evangelho de Lucas se abre com a cena do anúncio do anjo ao velho Zacarias (Lc 1,5-25). O velho e sua esposa vivem estéreis, sem filhos, como tantos na antiga história do seu povo, como o próprio Israel daqueles tempos. Apesar de tudo, eram ambos pessoas honestas que se moviam na esfera da esperança religiosa e Zacarias, sacerdote, servia a Deus lá no seu templo.
Lucas não pretende abandonar-nos no templo. O que importa é o que Deus nos manifesta no recinto sagrado. O anjo fala "Não temas, Zacarias, porque foi ouvida tua oração: Izabel, tua mulher dar-te-á um filho, e chama-lo-ás João" (Lc 1,11s). As suas palavras são precisas: o verdadeiro culto de Israel e a sua esperança vão concretizar-se agora num homem. Não é preciso apresentá-lo; chama-se João e é "nazireu", um consagrado (Lc 1,13-15)."
A missão e o encargo do Batista se enraízam no antigo povo israelita e vem do próprio Deus: estará cheio ( esteve cheio) do Espírito de Deus e converteu numerosos membros do seu povo, transmitindo-lhes o fogo sagrado de seus pais, os profetas e patriarcas (Lc 1,15-17).
Mas a tarefa de João se concretiza de uma forma ainda mais profunda: preparará o caminho e a vinda do seu Deus( Lc 1,17) ( cf. A Teologia de Lucas- Javier Pikaza -Ed. Paulinas, 1978).
"Toda a pregação de João Batista consistiu em preparar o povo pela conversão para a vinda de Cristo. Todos deverão fazer penitência com frutos saborosos. Todos são convidados a se reconhecerem pecadores e a adotar um comportamento novo, apropriado a seu estado. Ele "não era a Luz, mas deu testemunho da Luz" (Jo1,7). João soube conciliar bem a penitência com alegria: "Eu não sou o Cristo, mas fui enviado adiante dele." "É preciso que ele cresça e que eu diminua!"
Hoje, com João, anunciamos a segunda vinda de Cristo. "( cf. Encontros e celebrações para a festa do Natal- Frei Bernardo Cansi-Ed. Vozes-1970)
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| Enviado por administrador em 30/05/2010 10:57:25 (34 leituras) |
DIA DOS NAMORADOS
No dia 12 de junho, comemoramos o "dia dos Namorados". Uma data reservada a todos os casais enamorados, na qual o amor é a motivação maior para trocas de presentes e cartões apaixonados.
Essa data comemorativa é antiga, mas acontece em outros países no dia 14 de fevereiro, dia de São Valentim, um santo devotado à ideia do amor.
Essa data é justificada por duas histórias: A primeira fala sobre Valentim, um sacerdote cristão, torturado e morto por realizar casamentos secretos. Na prisão, apaixonou-se e, à amada, escreveu bilhetes de amor ao final assinados "Seu Valentim". A segunda versa sobre Valentim, outro cristão que, ao se recusar a adorar os deuses romanos foi preso e, na prisão, recebeu mensagens das crianças que o estimavam muito. Daí a tradição de troca de cartões.
No Brasil, o "Dia dos Namorados" é uma celebração recente e não oficial, instituída no ano de 1.949 pelo publicitário João Dória, com o intuito de alavancar as vendas fracas no mês de junho. Escolhendo o dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, cujas pregações religiosas enalteciam o amor e o casamento, o engenhoso publicitário atingiu seus objetivos lançando o slogan: "Não é só de beijos que se prova o amor".
Num ano em que a Igreja alerta a todos os cristãos para uma economia a serviço da vida, vale lembrar que em sua origem, a troca de mensagens de amor era o ato comemorativo maior. O amor é um sentimento sublime que une os casais através de boas atitudes e deve ser expresso em gestos e palavras. Ouvir da pessoa amada o seu sentimento sincero de amor não tem preço!
Lucianita
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| Enviado por administrador em 11/11/2009 00:20:00 (119 leituras) |
O mês de novembro é muito relevante para nós brasileiros, mas pouca gente dá importância a esta data. No dia 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, o então Marechal Deodoro da Fonseca, dá início ao regime republicano no Brasil, derrubando D. Pedro II: a família imperial teve que partir rumo à Europa após 67 anos de monarquia no Brasil.
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| Enviado por administrador em 11/11/2009 00:20:00 (45 leituras) |
02 de novembro - Dia dos Finados
Joaquim Nogueira Barbosa
Em todas as culturas humanas encontramos um cuidado especial com os mortos: o respeito aos ritos e a crença de que a vida continua. Os povos primitivos desenhavam nas cavernas pessoas que haviam morrido com a idéia de imortalizá-las. Entre os povos antigos aconteciam ritos com deveres religiosos. Alguns povos construíam tumbas luxuosas dando a idéia de imortalidade.
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